Avaliação de Políticas Públicas de Transição Energética e Desenvolvimento Regional Sustentável
Uma Análise Comparada de Chile, Brasil e México
Palavras-chave:
Políticas públicas, transición energética, desarrollo sostenible, desarrollo regional, evaluación de programasResumo
A transição para sistemas energéticos de baixas emissões é condição necessária, porém insuficiente, para o desenvolvimento regional sustentável. O artigo avalia comparativamente as políticas públicas do Chile, Brasil e México, buscando identificar arranjos institucionais, financeiros e territoriais capazes de transformar metas nacionais em capacidades regionais duradouras. Foi realizada comparação estruturada e focalizada com base em leis, planos, relatórios oficiais e literatura especializada, atualizada até junho de 2026. A análise combina relevância, coherência, efectividad, eficiencia, impacto e sostenibilidad com equidad espacial, capacidade subnacional e qualidade participativa. O Chile apresenta territorialização mais explícita, associada à retirada do carvão, embora persistam lacunas de financiamento e infraestrutura. O Brasil reúne elevada renovabilidade elétrica, escala industrial e bancos públicos, mas enfrenta fragmentação federativa e tensões entre liderança climática e expansão de hidrocarbonetos. O México renovou seu marco jurídico em 2025 e reforçou o planejamento vinculante e a justiça energética, cuja efetividade dependerá de redes, investimento e estabilidade regulatória. Propõem-se contratos territoriais, fundos de diversificação, padrões de compartilhamento de benefícios, observatórios regionais e testes de coerência para investimentos fósseis.
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